A quem não conheço.


O papel branco a minha frente me encara, me cobrando palavras em seu nome. A caneta desliza entre as linhas formando frases que só serão lidas quando você as encontrar. Pode ser que as encontre logo, e torço por isso, mas caso não, te esperarei com anseio, assim como uma criança que espera pelos pais na saída da escola. Talvez não saiba quem sou, mas não importa, eu também não o sei bem. E também não te sei. Sei apenas que virá. Não vejo tua face quando fecho os olhos. Só vejo teu perfume doce.
Todas as imagens dos posts anteriores foram apagadas, e como não tinha backup delas, manterei assim mesmo.