A quem não conheço.


O papel branco a minha frente me encara, me cobrando palavras em seu nome. A caneta desliza entre as linhas formando frases que só serão lidas quando você as encontrar. Pode ser que as encontre logo, e torço por isso, mas caso não, te esperarei com anseio, assim como uma criança que espera pelos pais na saída da escola. Talvez não saiba quem sou, mas não importa, eu também não o sei bem. E também não te sei. Sei apenas que virá. Não vejo tua face quando fecho os olhos. Só vejo teu perfume doce.

5 comentários:

Hélio Netho disse...

fiquei "brisando", meio pensativo ao ler...

#Queen disse...

lindo... bastante positivista (dependendo do angulo que se analisa).
eu adorei *-*

Silmara disse...

ADOREI

Vanessa -Pêra- disse...

Você voltou: na simplicidade e na honestidade.
Sublime. Também espero por alguém que ainda não conheço, mas que posso ver, sentir e encontrar o perfume doce...

Amo sua simplicidade!

Rafaneios disse...

Lindo demais isso!
To nessa busca, guardando minhas palavras pra alguém.
Escritos que nunca chegarão a ser poesia, mas com esperança de verso